Olá pessoas!!

Hoje nesta escura noite eu venho vos dizer algo misterioso, eu estou partindo! vou deixa-los pra nunca mais ve-los, sim isto é um adeus, não até logo ou breve. Não nos veremos mais e o esquecimento profundo e friu profanará o que nos une até o anoitecer do mover dos cósmos, até que tudo o que se possa conhecer desvanaça, irá perdurar entre nós o esquecimento.

Então adeus aos que ficam… aos que trouxe até este momento… não teremos mais que carregar o duro carma, o pessado fardo de suprirmos afetos, ironias, mentiras, maus tratos, dores de quase amores, asco de horres, gemidos e temores. Não os carrego mais. Vou deixa-los caminhar em paz até o fim dos primores.

Por maiores valores os deixo, por caminhar com flores, que crescem sem deferir horroes, sorrir sem esconder dores e vibrar sem bater tambores. Os deixarei aqui, Onde ninguem possa ouvir, onde os olhos brilham na luz das sombras com lagrimas a sorrir. Não os verei reagir, nutrir os desvair, pois não estarei mais aqui.

Não perguntarei das horas quando puder descobrir, não esquecerei dos nomes nas bocas que com amor me nutrir, quando um amor me jugar e trair não aceiratei o que vai me deixar e partir, não serei pai de maiores ou menoes pois eu parti.

Sim levo comigo o que de mais valioso exite, o doce saber de quem sou. pois sedo sou e serei sempre do mesmo, sereno, mortal mas ileso até de mim mesmo. Na beleza de caminhar com leveza, rumo e prumo é visão de quem não vê sobre a mesa, sem visão e sem rumo aprumo, aprofundo e mergulho na visão de estar mais abaixo que o mundo. Perdendo o poder de perder, de ganhar e se render, e até de deixar de ser. Assim sendo serei o ser que não é, mesmo sendo eu um ser.

Sem chacais, cóndores ou córvos. Meus corpos permanecerao unidos, nutridos e vestidos. Meus olhos sentirao, minhas maos verao e meus coracoes perspasarao multidoes. Sendo o não ser, vós despedi-lo-eis.